Apropriação Cultural

Apropriação Cultural

Baseado em 22 avaliações
  • 36 Alunos matriculados
  • 40 Minutos de duração
  • 6 Aulas
  • 1 Módulos
  • Certificado de conclusão
"Excelente "
Luiz
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Este curso propõe um aprofundamento nessa discussão que se tornou mais intensa nos últimos anos em razão de diversas polêmicas que repercutiram nas redes sociais e na mídia.

O objetivo é mostrar que não se trata de um tema tão simples, pois, compromete o respeito pela cultura de grupos historicamente subjugados. A apropriação cultural é uma estratégia de dominação que visa apagar a potências desses grupos, esvaziando de significados todas as suas produções, como forma de promover seu genocídio simbólico. É uma violência, um crime. 

Apropriação cultural não ocorre apenas quando uma pessoa de um grupo social dominante, ou próprio grupo, utiliza ou adota hábitos, vestuários, objetos ou comportamentos específicos de outra cultura. Embora correta, essa definição dá margem para que a apropriação cultural seja interpretada como mais um dos efeitos dos processos de aculturação, que também precisam ser mais bem compreendidos.

Este curso vai ressaltar, não só os conceitos de apropriação e aculturação, mas definir também o que é cultura e tantos outros sistemas imbricados, como assimilação, hibridismo e sincretismo, entre outros.

Ele também vai analisar a relação entre apropriação cultural e todas as consequências do colonialismo, do capitalismo e da sociedade de consumo, além de abordar alguns casos emblemáticos que podem nos ajudar a entender por que certas coisas são inaceitáveis.

 

Professor Rodney William

Rodney William Eugênio é babalorixá, antropólogo, doutor em ciências sociais pela PUC-SP. Colunista da revista Carta Capital e autor dos livros A Benção aos Mais Velhos: Poder e Senioridade nos Terreiros de Candomblé, Palavras de Axé e Apropriação Cultural (português e francês). Em 2019 foi premiado pelo Mipad/ONU como uma das 100 pessoas negras mais influentes do mundo. Em 2021 passou a integrar a Academia de Letras da América Latina.

Tempos não tão distantes colocavam apenas as ONG´s e instituições no embate contra a opressão, seja ela qual for. Essas instituições construíram por anos e anos um trabalho histórico de movimentos das mais diversas formas de preconceito, não só de raça, mas de classe social, gênero e orientação sexual. 

Essa plataforma vem para apoiar a disseminação de conteúdo crítico intelectual, colaborando assim com o advento da educação, conscientização e transformação da sociedade.

Dessa forma ela destina-se a todas as pessoas que buscam um espaço democrático para a educação antirracista, em prol da construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Feminismos Plurais
"A maior plataforma de conteúdo antirracista do Brasil, desenvolvida por professores e professoras negros e negras."

       

A maior plataforma de conteúdo antirracista do Brasil. Coordenada por Djamila Ribeiro, a plataforma Feminismos Plurais é um espaço virtual de ensino de temas críticos e fundamentais para a compreensão da sociedade brasileira.

Desenvolvida por pessoas negras, os cursos são uma extensão do que é trabalhado na coleção Feminismos Plurais, que, a preço acessível e linguagem didática, já ultrapassou a marca de 100 mil livros vendidos no Brasil.

Já são mais de 30 cursos, contando com aulões, Rodas de Conversa e Cultura, Mais que Dicas e Artigos, criados pelos nossos professores, exclusivamente, para o ensino na plataforma.


Após término do curso, emita seu certificado online. Ele aparecerá no canto superior, na página do curso, ou no menu inicial (ao lado da sua foto de perfil), na opção "Meus certificados".


Confira algumas dúvidas mais comuns sobre a emissão e validade do certificado: 

  • Meu certificado emitido através deste site tem validação do MEC? 

Os cursos autorizados pelo MEC são de Graduação e Pós-Graduação e as Secretarias Estaduais de Educação autorizam cursos técnicos profissionalizantes e do ensino médio. Cursos online são classificados, por lei, como cursos livres de atualização ou qualificação, ou seja, não se qualifica como graduação, pós-graduação ou técnico profissionalizante. 

Os Cursos Livres passaram a integrar a Educação Profissional, como Nível Básico após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa é uma modalidade de educação não-formal com duração variável, a fim de proporcionar conhecimentos que permitam atualizar-se para o trabalho, sem exigências de escolaridade anterior. 

Educação é um direito de todos e é um incentivo a sociedade, previsto por lei na Constituição Federal.  É com essa base que trabalhamos, incentivando a educação. Os cursos livres e os certificados têm validade para fins curriculares e certificações de atualização ou aperfeiçoamento, não sendo válido como técnico, graduação ou pós-graduação. 

  • Meu certificado é aceito pelo CREA, CRC e CRM? 

Conforme explicado acima, nossos cursos são de nível básico e livre, ou seja, servem para atualização e qualificação. Todos esses órgãos são de nível superior.

(Fontes: Secretaria de Educação de São Paulo e ABED)

Conteúdo Programático

  • 1. Aula 1 - Introdução
  • 2. Aula 2 - Cultura e os conceitos ligados á apropriação
  • 3. Aula 3 - Construindo o conceito de Apropriação Cultural
  • 4. Aula 4 - Apropriação Cultural e sua relação com o racismo
  • 5. Aula 5 - Capitalismo e sociedade de consumo
  • 6. Aula 6 - O que pode ou não pode?

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