Da Folclorização à Apropriação Cultural: esvaziamento histórico e capitalização das tradições

Da Folclorização à Apropriação Cultural: esvaziamento histórico e capitalização das tradições

Baseado em 11 avaliações
  • 39 Alunos matriculados
  • 52 Minutos de duração
  • 8 Aulas
  • 1 Módulos
  • Certificado de conclusão
"Q aula maravilhosa! Sempre me incomodou o tema do folclore, mas eu não sabia explicar pq! O curso ampliou minha visão sobre a temática da apropriação cultural. "
Viviane
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Este aulão foi transmitido ao vivo no YouTube, no dia 26 de agosto de 2021, ministrado pela professora Marjorie Chaves para debater sobre o tema: Da Folclorização à Apropriação Cultural: esvaziamento histórico e capitalização das tradições. 

Neste curso falaremos sobre a apropriação cultural como um fenomeno que estabelece relações de poder e que é fundamentada no racismo, utilizando a leitura do livro do babalorixá Rodney William. 

Vamos pensar na apropriação cultural de forma mais ampla, ver como ela se tornou uma atividade lucrativa para determinados grupos e países, entendendo-a como um dos mecanismos sofisticados  pelo qual o racismo se manifesta.

Tempos não tão distantes colocavam apenas as ONG´s e instituições no embate contra a opressão, seja ela qual for. Essas instituições construíram por anos e anos um trabalho histórico de movimentos das mais diversas formas de preconceito, não só de raça, mas de classe social, gênero e orientação sexual. 

Essa plataforma vem para apoiar a disseminação de conteúdo crítico intelectual, colaborando assim com o advento da educação, conscientização e transformação da sociedade.

Dessa forma ela destina-se a todas as pessoas que buscam um espaço democrático para a educação antirracista, em prol da construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Marjorie Nogueira Chaves
"Ativista feminista negra e educadora popular em saúde. Doutoranda em Política Social e mestra em História pela Universidade de Brasília (UnB)."

   

Doutoranda em Política Social e mestra em História pela Universidade de Brasília (UnB). É especialista em Educação Popular em Saúde na Promoção de Territórios Saudáveis e Sustentáveis pela Escola de Governo Fiocruz (EGF-Brasília). Coordena o Observatório da Saúde da População Negra (PopNegra), vinculado ao Núcleo de Estudos de Saúde Pública (Nesp/Ceam-UnB) e pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab/Ceam-UnB). Possui experiência na gestão de políticas públicas de promoção da igualdade racial, em consultorias nas temáticas racial e de gênero e reconhecida produção técnica como facilitadora de oficinas, cursos e palestras.

Após término do curso, emita seu certificado online. Ele aparecerá no canto superior, na página do curso, ou no menu inicial (ao lado da sua foto de perfil), na opção "Meus certificados".


Confira algumas dúvidas mais comuns sobre a emissão e validade do certificado: 

  • Meu certificado emitido através deste site tem validação do MEC? 

Os cursos autorizados pelo MEC são de Graduação e Pós-Graduação e as Secretarias Estaduais de Educação autorizam cursos técnicos profissionalizantes e do ensino médio. Cursos online são classificados, por lei, como cursos livres de atualização ou qualificação, ou seja, não se qualifica como graduação, pós-graduação ou técnico profissionalizante. 

Os Cursos Livres passaram a integrar a Educação Profissional, como Nível Básico após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Essa é uma modalidade de educação não-formal com duração variável, a fim de proporcionar conhecimentos que permitam atualizar-se para o trabalho, sem exigências de escolaridade anterior. 

Educação é um direito de todos e é um incentivo a sociedade, previsto por lei na Constituição Federal.  É com essa base que trabalhamos, incentivando a educação. Os cursos livres e os certificados têm validade para fins curriculares e certificações de atualização ou aperfeiçoamento, não sendo válido como técnico, graduação ou pós-graduação. 

  • Meu certificado é aceito pelo CREA, CRC e CRM? 

Conforme explicado acima, nossos cursos são de nível básico e livre, ou seja, servem para atualização e qualificação. Todos esses órgãos são de nível superior.

(Fontes: Secretaria de Educação de São Paulo e ABED)

Conteúdo Programático

  • 1. Aula 1 - Entendendo um pouco sobre o fenômeno da apropriação cultural
  • 2. Aula 2 - As dimensões da apropriação cultural
  • 3. Aula 3 - A usurpação da memória
  • 4. Aula 4 - A apropriação cultural na história mundial
  • 5. Aula 5 - A culinária como patrimônio
  • 6. Aula 6 - Culinária Afrodiaspórica
  • 7. Aula 7 - A apropriação da produção culinária dos negros
  • 8. Aula 8 - Conclusão

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